Lagosta, calçados e ceras vegetais. Estes são os principais produtos que os cearenses exportam para o Japão.
Uma relação comercial que no ano passado rendeu quase US$ 7 milhões. Valores que ainda são considerados pequenos para o potencial do estado.
Em visita à Fortaleza o embaixador do Brasil no Japão falou das oportunidades junto ao país asiático que tem hoje a segunda mais forte economia do mundo.
Japão busca novos parceiro econômicos
Enquanto Estados Unidos e Europa sofrem para superar a crise econômica mundial, no Japão é diferente. O país, que tem mais de um U$$ trilhão em reservas cambiais, buscam parceiros.
Hoje, a grande questão para os japoneses é saber como e onde investir. É a aí que o Brasil pode entrar no radar do japão.
Para isso é necessário a vontade dos empresários brasileiros para estreitar essas relações. Competir com a disposição que os empreendedores da China têm de sobra. São os chineses que mais ganham hoje em dia com as parcerias com o Japão.
Ceará aposta em frutas
A chance do Ceará pode estar nas frutas. É a aposta do diretor do Centro Internacional de Negócios.
Outra chance de negócios está na internacionalização dos processos produtivos. O japão vive em busca de países que sirvam de plataformas para suas indústrias, já que não tem mais espaço para crescer. E valorizam o associativismo com pequenos capitais.

