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Lagosta, calçados e ceras vegetais. Estes são os principais produtos que os cearenses exportam para o Japão.
Uma relação comercial que no ano passado rendeu quase US$ 7 milhões. Valores que ainda são considerados pequenos para o potencial do estado.
Em visita à Fortaleza o embaixador do Brasil no Japão falou das oportunidades junto ao país asiático que tem hoje a segunda mais forte economia do mundo.
Japão busca novos parceiro econômicos
Enquanto Estados Unidos e Europa sofrem para superar a crise econômica mundial, no Japão é diferente. O país, que tem mais de um U$$ trilhão em reservas cambiais, buscam parceiros.
Hoje, a grande questão para os japoneses é saber como e onde investir. É a aí que o Brasil pode entrar no radar do japão.
Para isso é necessário a vontade dos empresários brasileiros para estreitar essas relações. Competir com a disposição que os empreendedores da China têm de sobra. São os chineses que mais ganham hoje em dia com as parcerias com o Japão.
Ceará aposta em frutas
A chance do Ceará pode estar nas frutas. É a aposta do diretor do Centro Internacional de Negócios.
Outra chance de negócios está na internacionalização dos processos produtivos. O japão vive em busca de países que sirvam de plataformas para suas indústrias, já que não tem mais espaço para crescer. E valorizam o associativismo com pequenos capitais.
BEBERIBE
Márcia Freire
Banda Patrulha da Bahia
Furacão do Forró
Felipão
Vicente Nery
Phaphirô
CAMOCIM
Forró dos Plays
Patrulha da Bahia
Forró na Pele
Forró Paulera Elétrico
Furacão do Forró Elétrico
Moral Mix
Forró Me Leva
Chicabana (BA)
Forró na Boa
Phapirô (BA)
Beach Beleza (BA)
Axé Brother
ARACATI
Rafaela Manville
Pimenta Nativa
Banda Acaiaca
Felipão
Acima do Sol
Chicabana
Waldonys
Tropa de Choque
Banda Total Mix
Bafafá
Amor Amil
Louca Mania
CARNAUBAL
Ed Camaleão
Pissiu
Camila e banda
Michel e Banda Papirô
Levada da Breka
Licor de Menta
AQUIRAZ
Forró dos Plays
Solteirões
Forró Real
Balancear
Nildinha e Amor Cearense
Estourado
Sambauê
Frennesy
Boca Boca
Chapéu de Coro
HORIZONTE
Bota pra Moer
Taty Girl
Jeito Safado
Swing Louco
Vanio Bahia
Amor Bandido
Sunsamba
Samburika da Bahia
Kionda
Lagosta
Tequilana da Bahia
GRANJA
Rafaella Manville
Maria Caipirinha
Total Mix
IPU
Ricardo Chaves
SÃO BENEDITO
É o Tchan
Chicabana
Karimbada
Michel e Banda Phaphirô (ex Bandana)
Camila Vitorino
Kionda
Forró Real Elétrico
Long Dong
Kirimbal
VÁRZEA ALEGRE
Ala Ursa
Sonho de Verão
Skema
Kayak
Namoro Novo
Garota Safada
Boka Loca
Forró Pinikado
ACARAÚ
Forró do Muído
Forró do Bom
Forró dos Plays
Frennesy
Chicabana
Vânio Bahia
Total Mix
Kionda
Prabalá
O preço do álcool anidro dispara em Fortaleza, chega a R$ 2,19, por litro, em alguns postos de combustíveis da Capital, e já se aproxima dos valores praticados para a gasolina comum, que ainda pode ser encontrada por até R$ 2,42, uma diferença de apenas R$ 0,23, ou de pouco mais de 10%, entre os dois combustíveis. Há pouco mais de um mês, no fim do ano passado, a diferença entre etanol e gasolina em Fortaleza superava os 30%, o que mantinha o consumo do combustível verde mais atrativo do que o fóssil, vantagem que já não existe mais.
Nos últimos 40 dias, o preço do álcool vinha sendo elevado, mas em pequenos percentuais, com alterações semanais em torno de R$ 0,05, por litro. Na tarde de ontem, porém, o preço do produto "explodiu", com reajustes mínimos de R$ 0,10, e de até R$ 0,20, por litro.
De 20 postos visitados na tarde de ontem, pela reportagem, no setor leste da cidade, 18 já haviam alterado, para mais, os preços nas bombas e nos letreiros. Em dois deles, o aumento foi aplicado no momento exato em que a equipe do jornal passava pelos estabelecimentos.
Acima da casa dos R$ 2,00, os preços do álcool anotados ontem, nos postos de Fortaleza, já são maiores até mesmo do que os verificados em vários municípios do Interior cearense, apesar da grande maioria das distribuidoras estarem instaladas em Fortaleza.
No município do Crato, por exemplo, distante 506 quilômetros ao sul da Capital , o preço médio do álcool, na última sexta-feira, girava em torno de R$1,97, apenas R$ 0,04, a mais, do que os R$ 1,93, em média, cobrados pelos postos de Fortaleza, no mesmo dia. Os aumentos consecutivos nos preços do etanol, estão mudando o hábito e a preferência do consumidor cearense. "Estamos retornando para a gasolina", um combustível mais poluente, lamentou a comerciante Miranice Braga. Ao abastecer seu veículo "flex", em um posto de bandeira Petrobras, no Bairro Dionísio Torres, ela disse que não compreendia o que se passa no mercado nacional do etanol. O governo não explica, as distribuidoras não falam", protesta.
"Isso já era esperado, porque o governo está tirando os incentivos ao álcool e privilegiando o consumo da gasolina", explicou o professor, Marcos Colares. Para ele, a tendência é de os preços dos dois combustíveis se igualarem. "Quem comprou um carro flex, já ganhou por um bom tempo, agora não vai ganhar mais", assinala o docente.
Calculadora na mão
A frentista do posto Reis Magos, na Aldeota, Geisa Santana de Almeida, confirma a mudança de comportamento do motorista. "Antes ele chegava e mandava colocar álcool, agora muitos já andam com uma calculadora na mão", relata, alertando que a contínua elevação dos preços do álcool está espantando a clientela". "Os clientes estão migrando para a gasolina", reforça o gerente do Posto Sobral & Palácio, no bairro Dionísio Torres, Gilberto Santiago.
Segundo ele, em janeiro último, as vendas de etanol recuaram de 55 mil litros, para 36 mil litros, no estabelecimento, uma queda de 35%. "E a tendência é cair mais", lamenta.
Culpa de quem?
O novo presidente do Sindipostos, Guilherme Meireles, mantém o discurso e transfere para os usineiros e governo, a responsabilidade pela alta nos preços do álcool. "Eles (usineiros) estão preferindo produzir açúcar para exportar e o governo não intervém", rebate o empresário. "Na mesma moeda", a população espera que com a redução de R$ 0,08 da Cide, os postos baixem os preços da gasolina.
No primeiro dia de vigência da cobrança do estacionamento rotativo Zona Azul, muitos motoristas tiveram o dissabor de serem multados, por terem "esquecido" o cartão. Em alguns locais, o talonário já está sendo comercializado com ágio de 50% por vendedores ambulantes.
Quem não tomar a precaução de adquirir com antecedência o boleto nos locais credenciados, tem a opção de fazê-lo junto aos vendedores ambulantes que normalmente ficam próximos a esses pontos.
O problema é que, quase sempre, a pressa acaba encarecendo o serviço, já que os trabalhadores informais, principalmente das áreas mais afastadas do Centro, cobram, em média, R$ 1,50 pelo talão.
Na manhã de ontem, o jornal recebeu algumas denúncias nesse sentido e pôde comprová-las. Na confluência das avenidas Santos Dumont e Desembargador Moreira, por exemplo, um ambulante confirmou a venda com ágio, alegando que "trabalha com isso e precisa lucrar alguma coisa". Ao saber que se tratava da reportagem, negou-se a dizer o seu nome e se afastou do local. A dona-de-casa Elisângela Silva, que adquiriu uma folha com ágio, explica que "é menos prejudicial do que correr o risco de ser multada".
Após passar os últimos 15 dias atuando de forma educativa, apenas alertando os motoristas para a necessidade de se adquirir o cartão, fiscais da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC) iniciaram ontem a fiscalização das 2.445 vagas do sistema espalhadas pelo Centro, Avenida Monsenhor Tabosa e Aldeota.
E o primeiro a ser multado, por ter estacionado ao lado da Praça do Ferreira, foi o proprietário de um Corsa, Rodrigo Araújo de Souza. No instante em que a multa estava sendo aplicada pelo agente da AMC Sílvio Oliveira, Sousa apareceu se justificando.
"Precisava apenas sair rapidamente para resolver um problema aqui perto e não sabia que era obrigatório o uso do cartão", alegou o motorista. Ele tentou, inclusive, questionar sobre a dificuldade de se conhecer os locais de venda do talão. No entanto, o agente apontou para a placa bem na frente do seu veículo.
O vendedor ambulante Francisco Reinaldo Tavares, que há 19 anos comercializa cartões na Praça do Ferreira, se disse aliviado com a volta do serviço. "Estou contente por poder ganhar alguma coisa. Não dava mais para continuar como estava. Tinha gente abusando do estacionamento. Na semana passada, um Fiat permaneceu três dias e três noites parado no mesmo lugar, causando prejuízo a quem precisava da vaga".
MOTORISTA
Irregularidade custará R$ 53 e três pontos na carteira
Deixar de apresentar o cartão de Zona Azul em parte visível do veículo pode custar ao motorista a perda de três pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$ 53,00.
O serviço havia sido suspenso em julho último após o término do contrato entre a Prefeitura de Fortaleza com a empresa terceirizada responsável pela operacionalização do sistema.
Rotatividade
Por conta de entraves burocráticos na licitação, o retorno do sistema foi adiado e entrou em vigor somente ontem. De acordo com a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania, sua Divisão de Engenharia realizou um rigoroso estudo para garantir a rotatividade do estacionamento nas áreas comerciais.
A diretoria da AMC garante que existem estudos com vistas à ampliação do Zona Azul em outras áreas de Fortaleza, inclusive em bairros distantes. Porém, não há previsão de data para que o serviço ser estendido. Em breve, a taxa será cobrada na Avenida Beira-Mar, principal cartão-postal da Capital.
Fonte: Diário do Nordeste

